Neste momento que estou elaborando meu projeto de estágio, reler teóricos estudados é pensar como aquelas teorias vem influenciando a minha prática em sala de aula, pois somente com este embasamento teórico e possível repensar a prática, reconhecendo o que está certo e o que precisa ser mudado para que, aquilo que acredito possa ter resultados, auxiliar meu aluno na sua formação enquanto cidadão crítico questionador que formula hipóteses e busca suas respostas.
Dialogar com os teóricos no meu ponto de vista é observar aquela informação que passou despercebia em outras ocasiões e,baseados em observações em sala de aula, com um olhar mais criterioso perceber na prática o que teoricamente foi estudado.
A prática em sala de aula é um exercício de conversa, entre o professo e o seu aluno, como do professor com os teóricos que ele busca para basear sua prática,muitas vezes adotamos um posicionamento , uma prática de forma empírica,mas por exemplo, quando li os textos de Wallon em relação a importância da afetividade para a aprendizagem , percebi como disse anteriormente que o que eu sempre acreditei tem sentido, os textos de Wallon, entre outros que tratam da afetividade na aprendizagem me fornecem argumentos para poder rebater algumas colocações como -" AH mas ela é tão mãezinha!" , não é uma questão de ser ou não maternal,mas sim de saber que afetividade e a interação entre os pares e das crianças com o professor são fatores importante para que a aprendizagem ocorra.Segundo Ferreira (2010,p 24) "[...] pois a experiência indica que o afeto influencia as relações e os processos de aprendizagem, requerendo visões inclusivas e capazes de resgatar a dimensão de cuidado necessário ao processo educativo."
Muitas vezes estes diálogos teóricos ocorrem de maneira indireta, por influencia de professores que já possuem uma caminhada mais longa, por exemplo, a professora Ana Maria Rangel, a partir de uma aula que assiste ainda nos primeiros semestres mudei a minha prática em relação aos meus alunos pré silábicos, hoje eles não copiam mais do quadro, pois segundo a professora para crianças nesta fase de desenvolvimento a copia do quadra ´uma atividade sacrificante. Minha prática também mudou com aulas da professora Luciane Corte Real, na questão que nem sempre nossos alunos estão dispostos a receber um gesto de afeto é preciso observar os sinais e respeitar seus desejos,pois mesmo com boas intenções podemos estar invadindo seu espaço.
Referência:FERREIRA, Aurino Lima, RÉGNIER-ACIOLY, Nadja Maria. Contribuições de Henri Wallon à relação cognição e afetividade na educação. Curitiba.: Ed. UFPR, Educar n. 36, p. 21 -38, 2010.
A prática em sala de aula é um exercício de conversa, entre o professo e o seu aluno, como do professor com os teóricos que ele busca para basear sua prática,muitas vezes adotamos um posicionamento , uma prática de forma empírica,mas por exemplo, quando li os textos de Wallon em relação a importância da afetividade para a aprendizagem , percebi como disse anteriormente que o que eu sempre acreditei tem sentido, os textos de Wallon, entre outros que tratam da afetividade na aprendizagem me fornecem argumentos para poder rebater algumas colocações como -" AH mas ela é tão mãezinha!" , não é uma questão de ser ou não maternal,mas sim de saber que afetividade e a interação entre os pares e das crianças com o professor são fatores importante para que a aprendizagem ocorra.Segundo Ferreira (2010,p 24) "[...] pois a experiência indica que o afeto influencia as relações e os processos de aprendizagem, requerendo visões inclusivas e capazes de resgatar a dimensão de cuidado necessário ao processo educativo."
Muitas vezes estes diálogos teóricos ocorrem de maneira indireta, por influencia de professores que já possuem uma caminhada mais longa, por exemplo, a professora Ana Maria Rangel, a partir de uma aula que assiste ainda nos primeiros semestres mudei a minha prática em relação aos meus alunos pré silábicos, hoje eles não copiam mais do quadro, pois segundo a professora para crianças nesta fase de desenvolvimento a copia do quadra ´uma atividade sacrificante. Minha prática também mudou com aulas da professora Luciane Corte Real, na questão que nem sempre nossos alunos estão dispostos a receber um gesto de afeto é preciso observar os sinais e respeitar seus desejos,pois mesmo com boas intenções podemos estar invadindo seu espaço.
Referência:FERREIRA, Aurino Lima, RÉGNIER-ACIOLY, Nadja Maria. Contribuições de Henri Wallon à relação cognição e afetividade na educação. Curitiba.: Ed. UFPR, Educar n. 36, p. 21 -38, 2010.

ResponderExcluirAna Cíntia essa postagem também se enquadra como reconstrutiva? Vejo como um começo. Precisas "engordar" o argumento. Dá exemplo de onde percebes a teoria sendo colocada em prática pra gente contar mais essa como postagem válida. Me compreendes? Estou nessa missão ingrata missão. Abraço, Betynha - Tutora PEAD2/UFRGS - Seminário Integrador, Eixo VIII.
Oi Betynha!
ExcluirEspero que agora a postagem atenda os critérios estabelecidos
Bjs