domingo, 10 de abril de 2016
Felicidade na escola
Em nossa primeira aula presencial de ludicidade, colocamos em prática alguns jogos que de acordo com as professoras Tania e Darli poderíamos aplicá-los com nossos alunos.
No decorrer desta semana fiz com minhas turmas as duas atividades praticadas por nós em aula. A primeira foi Terremoto, essa brincadeira assemelha-se com algumas variações ao coelhinho sai da toca e a outra foi conte até 8, fiz esta adaptação por serem crianças de segundo ano,originalmente a contagem vai até 10.
A turma da manhã inicialmente estavam gostando da brincadeira do terremoto,mas depois de três trocas uma menina já quis sair da brincadeira e logo em seguida um menino que o colega havia pisado no pé foi sentar. Já na turma da tarde foi um sucesso eles adoraram ficaram cansados mas se divertiram. Na brincadeira conte até oito as duas turmas gostaram bastante, mas a da tarde vibrava mais, e logo acharam uma estratégia para contar até 8 sem ter que recomeçar.
Refletindo sobre a aplicação destas duas atividades, me chamou a atenção como crianças da mesma faixa etária podem ser diferentes. A turma da tarde é mais leve, entram no clima da brincadeira seja no pátio ou na sala. Já na turma da manhã tenho a impressão que não sabem brincar, de serem espontâneos.
E a situação deles novamente me remeteu a aula de segunda feira em que a professora Darli comentou que não é no primeiro jogo que os problemas vão ser solucionados ou que devemos desistir por que um jogo não deu certo. Portanto, vou continuar jogando e trazendo brincadeira diferentes para fazer com eles.
Penso que um dos nossos desafios enquanto educadores, é o de despertar em nossos alunos a alegria de pesquisar, estudar, enfim, construir o seu conhecimento em parceria com professores e colegas. Tornando o ir à escola sinônimo de alegria, de descobertas.
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Ana... com certeza toda tentativa será válida...SEMPRE!! E são situações como essa, que nós, professores devemos estar atentos, pois por meio da observação do brincar, podemos compreender as necessidades de cada criança, os seus níveis de desenvolvimento, a sua organização e, a partir daí, planejar ações pedagógicas.
ResponderExcluirSegundo o pensamento de Jacquin (1963, p.15), “compreender o jogo é compreender a infância”.
Bjo querida! Tutora Gi